voltar
| TRIANGULAÇÃO
E CIÚMES NA ANÁLISE PSICODRAMÁTICA
|
|
|
A triangulação
é o processo da entrada de um terceiro elemento
nas relações até então diádicas
(em corredor) da criança com a mãe.
Nestas relações a criança relaciona-se
somente com uma pessoa por vez, tendo muita dificuldade
em estabelecer uma relação com duas ou
mais pessoas ao mesmo tempo. A criança relaciona-se
com a mãe, com o pai, com o irmão, mas
dificilmente relaciona-se com eles ao mesmo tempo.
Este padrão de relação diádica
é modificado a partir do momento em que ocorre
a triangulação, nela a criança
inicia o processo de relacionar-se com mais pessoas
ao mesmo tempo. É o inicio da socialização.
Com a triangulação a criança passa
a fazer parte do grupo e não apenas estar no
grupo. É neste processo que se inicia a capacidade
de socialização da criança.
Dentro da psicanálise, Freud descreveu o fenômeno
da triangulação como complexo de Édipo
e de Electra envolvendo energia erótica na relação
com a mãe (menino) e com o pai (menina).
Na análise psicodramática não compactuamos
com esta visão e entendemos que no contexto de
vida e da época de Freud isto fazia muito sentido.
Entretanto, entendemos a triangulação
como uma necessidade do desenvolvimento psicológico.
A triangulação é um processo que
ocorre automaticamente dentro do desenvolvimento psicológico
e vai fazer parte do conceito de identidade.
A relação diádica é o modelo
da relação Mãe-filho/a e é
uma relação em que se tem a sensação
de que existe uma aceitação e um amor
incondicional, além da sensação
de que é uma relação de auto-suficiência,
em que a relação se basta por si própria.
É uma relação que dá muita
segurança afetiva. A díade mãe-filho
é a base dos sentimentos de amor, segurança
e confiança.
Sabemos que o amor entre mãe-filho/a está
longe de ser incondicional, mas é sem dúvida
a relação de maior intimidade que acontece.
Nenhuma outra relação chega a possibilitar
tamanha intimidade de sensação com a vista
entre mãe e filho/a durante a gestação
e nos primeiros meses de vida. A mãe "sabe"o
que o filho sente e vice-versa. Portanto, pode-se imaginar
os motivos da relutância, principalmente da criança,
em sair deste padrão de relação
diádica. O terceiro elemento representa uma ameaça
à toda segurança afetiva da relação.
O terceiro elemento caracteriza-se por um adulto, podendo
ser homem ou mulher, que ambos (mãe e filho)
tenham uma forte vinculação afetiva e
que normalmente, mas não necessariamente, é
o pai. Este adulto tem que gostar dos dois (mãe
e filho) e querer entrar na relação diádica,
pois precisa de empenho para entrar e enfrentar o padrão
de relação diádica na criança.
Esta teme o desconhecido, que neste caso é a
relação triangular. Portanto, para que
ocorra a triangulação, o terceiro elemento
precisa romper o padrão de relação
diádica, suportando a resistência natural
frente ao desconhecido da criança. A criança
terá uma reação no sentido de impedir
a entrada do terceiro elemento na díade.
Até mais ou menos quatro anos a criança
estabelece somente relações diádicas.
Nestas relações há muita segurança
afetiva, mas que por outro lado, impede a procura do
novo e pode se tornar asfixiante. A relação
de amor e confiança incondicional é da
fase infantil mas se reedita no mundo adulto na relação
de paixão. Neste estado, o casal acredita que
eles se bastam, mas com a convivência emerge a
necessidade de abrir a relação.
A triangulação ocorre ao redor dos 4 a
6 anos. Nesta idade começa a haver uma necessidade
tanto da mãe como do filho de ampliar esta relação.
A mãe quer voltar aos seus outros relacionamentos
e a criança tem demandas internas de crescimento.
Essa abertura para entrada da terceira pessoa, ao mesmo
tempo, que é uma necessidade provoca medo e gera
sensação de insegurança. Desta
forma ambos desejam ampliar a relação
mas, existe um medo recíproco de que isto ocorra.
A criança teme o desconhecido, o dividir o amor
da mãe e vivencia a sensação de
perder o amor incondicional.
A mãe, por sua vez, teme a perda da posse e do
controle que tem sobre a criança e a perda do
amor incondicional.
Portanto, ambos tem uma relação ambivalente
à entrada do terceiro elemento.
A entrada no terceiro na relação ocasiona
perda e ganho. A perda e da sensação de
amor incondicional e o ganho é a abertura para
as outras relações. Para mãe esses
sentimentos são mais fáceis de administrar,
mas a criança fica muito assustada, pois isto
é um processo novo para ela, então por
um lado ela quer uma relação ampliada
e por outro vem o medo gerado pelo desconhecido.
Para uma triangulação eficiente é
preciso, que o terceiro elemento, deseje entrar na relação,
que esta pessoa suporte a reação natural
da criança no sentido de impedir a sua entrada
da díade, frustrando-a com a sua entrada. Isto
tudo só será possível com a aliança
explicita da mãe participando necessariamente
com a frustração da criança.
A mãe precisa apoiar a entrada do pai e este
precisa ter uma aliança com a mãe para
enfrentar a criança sem agredi-la.
Se isso não acontecer
de maneira bem sucedida os três não se
relacionarão juntos, ao mesmo tempo, podendo
ficar só na configuração diadica,
mãe e filho, pai e filho e mãe e pai.
Se por algum motivo, a criança sentir que não
existe a aceitação da mãe frente
a entrada do pai, fica, para ela, a sensação
de invasão, agressão e começa a
lutar com o pai. Há uma diferença na atitude
das meninas e dos meninos neste processo.
|
O menino
enfrenta o terceiro elemento de maneira agressiva e
hostil impedindo verbalmente e fisicamente que o pai
se aproxime ou fique a sós com a mãe.
Ele conquista, reage e luta contra o pai. Este deve
agüentar os ataques de maneira firme e carinhosa,
sem desistir da entrada na relação e nem
utilizando artifícios da sua autoridade de pai
para inibir a luta. A mãe, por sua vez, deve
fazer um papel de mediadora, apoiando o pai de maneira
clara e não ambígua, protegendo e acolhendo
o filho, mas sem impedir que ele se frustre.
A menina enfrenta o pai de maneira sedutora. Num olhar
desatento, parece que a menina está estabelecendo
com o pai uma relação diádica,
mas o que chama a atenção e que esta relação
se intensifica ou diminui dependendo da proximidade
da mãe. Na ausência da mãe este
interesse se esvazia. Assim, pode-se dizer que a menina
seduz o pai para que este não fique perto da
mãe. Esta por sua vez, não pode aceitar
esta aparente exclusão. A mãe deve permanecer
firme e carinhosamente mostrar que também deseja
a relação com o pai. O pai por sua vez
deve acolher a sedução, mas deixando claro
o seu desejo pela relação com a mãe,
frustrando parcialmente a filha.
O que muda dos meninos para as meninas é a maneira
de afastar o terceiro elemento, pois em ambos o desejo
é de não romper a relação
diádica. Estes movimentos mostram-nos que o que
as crianças protegem não é a relação
com a mãe e sim a relação especial
de amor incondicional.
Menino e menina sofrem influências externas e
o instinto de macho e fêmea fica mais aflorado
nesta ocasião.
A entrada do terceiro elemento traz um alívio
para mãe e para a criança.
Uma boa triangulação necessita de uma
relação do casal onde não existam
boicotes. Os adultos envolvidos precisam ter uma capacidade
de triangular e é preciso também que a
criança tenha segurança da sua posição
na relação triangular, pois isso gera
nela a segurança afetiva. Para isto precisa haver
cumplicidade no casal, mostrando firme e carinhosamente
a intenção e o desejo deles na participação
da criança nas relações triangulares.
|
|
| Uma má triangulação
infantil vai gerar no adulto: |
|
1 - Uma insegurança afetiva
nas suas relações de amor. Existe sempre
o medo de perda, pela entrada de um terceiro elemento,
que vai expulsá-lo da relação de
amor.
2 - Uma sensação
de falsa potência (onipotência), pois fica
com a sensação de que manteve a relação
diádica por sua vontade e não percebe que
foi usado pelos adultos.
3 - Uma eterna sensação
de ameaça de perder seu objeto de amor pela entrada
(finalmente) de um terceiro elemento.
4 - Uma ilusão de que pode
existir, no mundo adulto, relações de amor,
confiança, dedicação, fidelidade,
etc. de forma incondicional.
5 - Uma sensação
de culpa e até mesmo de punição por
achar que foi ele que impediu a entrada do terceiro elemento
(pai) na relação.
6 - O estabelecimento do ciúme
patológico, que falaremos adiante.
A má resolução da fase de triangulação
é sempre de responsabilidade dos adultos envolvidos,
jamais da criança. A conseqüência negativa
mais forte disso é o ciúme patológico
que se origina na fase da triangulação.
A entrada incompleta ou insatisfatória do terceiro
elemento pode comprometer a socialização
da criança e seus futuros relacionamentos amorosos
gerando o ciúmes patológico. Nesta situação
há também a criação de uma
falsa noção de realidade para os filhos
entre o mundo infantil e o mundo adulto além dos
filhos ficarem carregados de sentimentos contraditórios
em relação aos pais. Esta entrada na relação
diádica vai depender de fatores dos três
envolvidos.
|
| |
| A triangulação
pode não acontecer por: |
1- Boicote da mãe
Nesta situação
a mãe não faz a aliança necessária
com o pai e este precisa enfrentar a criança
sozinho. No filho, a mãe insufla implícita
ou explicitamente que a criança enfrente o pai,
mas este sem apoio, tende abandonar a luta se omitindo.
Ele pode ficar enraivecido e descarregar sua hostilidade
contra o filho magoando-o ou até inibindo sua
capacidade de luta. Nestes casos, a criança acaba
por assumir uma briga que não é sua, e
sim do casal. A criança acabada sendo: o braço
armado da mãe e o bode expiatório do conflito
do casal. Nas meninas, a mãe não se empenha
em entrar na relação e finge estar sendo
rejeitada pelo marido e pela filha, mas na verdade a
mãe é que esta utilizando a filha para
rejeitar o pai. O pai ao se sentir rejeitado pela mulher,
ou se omite e foge da filha ou acaba assumindo-a de
uma maneira diádica excluindo a mãe. O
boicote da mãe está em não dar
o apoio ao pai.
Eles não triangulam,
ela não participa e a criança vai sentindo
tudo, embora não perceba a disputa e boicotes
dos pais.
|
|
2- Boicote do pai
O pai,
por algum motivo, não insiste em romper a resistência
habitual da entrada do terceiro elemento. Nos meninos,
o pai ao ser chamado pela mãe para entrar na relação,
"finge" que esta sendo expulso pelo filho e
se retira no papel de vítima, quando na verdade
é ele que não quer entrar. Frustrando a
mãe e o filho. A mãe não consegue
sair da relação diádica desta maneira
e presa nela acaba elegendo o filho como companhia masculina.
No filho surge a sensação de onipotência
pois "venceu o pai", a de falta de limites e
de um companheiro masculino.
Na menina, o pai
aceita a sedução da menina para colocar
a mãe fora da relação. O pai acaba
impedindo implícita ou explicitamente a entra da
mãe, ficando a menina no papel de substituta da
mãe na companhia feminina do pai. Aqui a menina
não percebe que o pai apenas usou-a para abandonar
ou hostilizar a esposa. O boicote do pai está em
não se empenhar para entrar na relação.
Este pode utilizar o "chega para lá"
do filho para justificar a sua não entrada. Isso
normalmente acontece quando o pai quer sair da relação
com a mãe, por problemas conjugais, mas deixa a
culpa para filho/a, num jogo hostil ou então quando
o pai não gosta da criança.
|
|
3- Boicote do casal
Neste caso,
pai e mãe não querem a entrada do terceiro
elemento na relação, pois ambos formam uma
relação diádica. Não existe
espaço para os filhos na relação
em corredor do casal. Desta maneira, os pais formam uma
aliança e vivem as suas relações
pai-mãe, marido-mulher, na ausência da criança.
Os filhos ficam de fora desta relação. A
sensação nas crianças é a
de ser um estorvo para os pais. O filho/a, desta maneira,
continua se relacionando só com o pai num momento
e com a mãe em outro. E os pais só se relacionam
na ausência da criança.
A criança jamais é culpada, ela é
vitima do fechamento do casal.
Uma das mais graves conseqüências da não
resolução adequada da triangulação
é o ciúmes patológico. Cabe aqui
a diferenciação entre o ciúme ligado
ao cuidado dos objetos de amor e do ciúme patológico.
O ciúmes (normal) é o zelo das pessoas em
relação aos seus objetos de amor, sejam
eles, pessoas ou coisas. Uma pessoa zelosa defende tudo
o que possa invadir esta relação de amor
de maneira proporcional a ameaça.
O ciúme patológico é a reação
desproporcional e angustiante frente à qualquer
ameaça aos seus objetos de amor. Na relação
com pessoas, o ciúme patológico está
sempre ligado à entrada de um terceiro elemento
na relação amorosa que vai roubar o objeto
de amor do ciumento. Esse terceiro elemento aparece como
um rival invencível e permanece constantemente
na cabeça do ciumento, que se vê ameaçado
o tempo todo. Há uma expectativa permanente de
ameaça na relação de amor. Dizemos
que o terceiro elemento está ¨na cabeça
do ciumento¨, pois é uma ameaça desproporcional
à realidade.
A triangulação é um processo que
ocorre automaticamente dentro do desenvolvimento psicológico,
quer o individuo queira, quer não. Ao não
se concretizar a entrada do terceiro elemento na relação
diádica, a criança fica com uma sensação
de falta de algo que deveria ter acontecido, mas não
aconteceu.
Fica neste indivíduo uma eterna sensação
de que a qualquer momento isto que faltou vai acontecer.
A pessoa tem uma expectativa de que existe "algo"que
vai acontecer, sempre que ela estabelecer uma relação
amorosa. Assim, sempre que a pessoa tiver uma relação
com a sensação de amor incondicional, reeditando
a relação diádica com a mãe,
surge a expectativa de que alguma ameaça atinja
a relação, ao mesmo tempo não consegue
usufruir da relação sem a sensação
de ameaça.
A criança com a triangulação mal
elaborada fica com uma dinâmica infantil na vida
adulta e teme de maneira desproporcional as relações
triangulares. A pessoa vive, ao mesmo tempo, uma relação
de amor no universo adulto e revive sensações
da fase da triangulação do universo infantil.
O indivíduo que não teve ou teve de maneira
parcial o desmonte da relação diádica,
fica com, uma dinâmica infantil, presente na vida
adulta e passa a temer de maneira desproporcional e incompreensível,
as relações triangulares.
O ciumento não experimentou de maneira completa
uma relação de amor triangular na fase adequada.
Com isto há constantemente um medo e expectativa
de que isso possa acontecer e ele passe a viver este tormento.
A situação não resolvida fica em
suspenso e na expectativa do terceiro elemento voltar
para separar a relação diádica. A
sensação é de uma ameaça desconhecida
para o adulto, então o medo é do desconhecido
como quando foi criança.
|
|
| A PSICODINÃMICA
DO CIÚMES PATOLÓGICO |
Como vimos anteriormente, o ciúmes patológico
é o resultado da fase de triangulação
mal resolvida na infância.
Dessa forma o ciumento vive um drama contínuo,
pois deseja muito ter uma relação de amor
e se sente carente por não tê-la. Ao mesmo
tempo, quando consegue estabelecer uma relação
de amor, entra num grande sofrimento, pois se sente o
tempo todo ameaçado pelo surgimento de um rival
invencível (terceiro elemento) que vai lhe roubar
o objeto de amor.
A relação de amor do ciumento é uma
relação de aspectos infantis onde existe
ainda a ilusão de amor incondicional, dedicação
incondicional, confiança incondicional, dedicação
incondicional, contidas na relação diádica.
Sabemos, que o incondicional nas relações
humanas faz parte do universo infantil e não do
universo adulto.
Forma assim um triangulo (dentro da própria cabeça)
onde ele se encontra (ciumento), existe o seu objeto de
amor (namorada/o) e um terceiro elemento (rival).
|
|
O ciúme
patológico pode estar assentado em qualquer um
dos braços do triangulo imaginado pelo ciumento,
e está relacionado com a dinâmica mal resolvida
da triangulação.
O ciúme
patológico está assentado no braço
A, isto é, na relação entre o ciumento
e seu objeto de amor
O ciumento não confia em seu objeto de amor, por
mais provas que esse lhe apresente. Vai sempre achar que
seu objeto de amor vai traí-lo com qualquer rival
que apareça.
Podemos inferir que a triangulação foi mal
resolvida por um boicote da mãe e com isto ele
perde a confiança em seus objetos de amor.
O ciúme
patológico pode estar assentado no braço
B, isto é, na relação entre o ciumento
e o terceiro elemento (pai).
O ciumento vai imaginar o terceiro elemento como um rival
invencível, imputando a ele ou ela poderes que
o cimento não tem. Caso seja um homem, este vai
ser muito melhor do que ele, no caso de uma mulher vai
ser muito mais atraente do que ela.
Podemos inferir que a triangulação foi mal
resolvida por um boicote do terceiro elemento (pai) e
a sensação é a de que vai ser sempre
vencido por ele.
O ciúme
patológico está assentado no braço
C, isto é, na relação hipotética
que o ciumento imagina entre o seu objeto de amor e o
terceiro elemento.
O ciumento imagina que vai ser sempre o preterido, numa
possível relação, entre o seu objeto
de amor e o terceiro elemento.
Podemos inferir que a triangulação foi mal
resolvida por um boicote do casal.
A estratégia
psicoterápica é fazer com que o ciumento
jogue, no contexto dramático a cena triangular.
A cena triangular é uma cena, estruturada dentro
da análise psicodramática onde o cliente
(ciumento) vai jogar todos os papeis e ser entrevistado
pelo terapeuta em todas as situações.
1 - Vai
tomar e ser entrevistado em seu próprio papel,
no papel de seu objeto de amor (namorado/a, marido, mulher,
etc.) e no papel do rival (terceiro elemento, homem ou
mulher).
2 - Vai
vivenciar e ser entrevistado na relação
entre ele e seu objeto de amor, entre ele e seu rival/terceiro
elemento e na relação entre seu objeto de
amor e o rival/terceiro elemento.
3 - Vai
vivenciar e ser entrevistado pelo terapeuta no papel de
observador da relação entre ele e seu objeto
de amor, entre ele e seu rival e entre o objeto de amor
e o rival.
Desta maneira
o ciumento vai esgotar todos os papeis da sua fantasia
até poder identificar a origem dessa situação
(triangulação infantil).
|
|
| Bibliografia: |
Dias, Victor R. C. Silva |
| Análise Psicodramática
- Teoria da Programação Cenestésica,
São Paulo, Ágora, 1994 |
|
voltar
|
|